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Zabumba, cantá vem de láTambores, canta ven de allá
Nagô foi correr de BranquêEl Nagô salió corriendo del Branquê
Menino cruzou GibraltarEl niño cruzó Gibraltar
Pensando em entrar pra comerPensando en unirse para comer
Do lado de cá só se vêDel lado de acá solo se ve
O menino pedir só de olharAl niño pedir con solo mirar
E o rapaz, príncipe de AragãoY el joven, príncipe de Aragón
Vê se volta menino pro teu chãoA ver si regresas niño a tu tierra
Vem zambar na minha tribo vem comerVen a bailar en mi tribu, ven a comer
Sem colher o meu pãoSin coger mi pan
Vou soltar a fumaça do Zumbi, branquêVoy a soltar el humo de Zumbi, Branquê
Cantaremos nossa imensidãoCantaremos nuestra inmensidad
'Zabumbá em volta de branquê'Tambores alrededor del Branquê
pra canta a sua vez, escravidãopara cantar a su vez, esclavitud
Vem pra cá bem perto pra prender essas mão delicada de ocê'Ven aquí bien cerca para atrapar esas manos delicadas tuyas'
Vamos ter que passar no PaquistãoTendremos que pasar por Pakistán
Agachados, armados de visãoAgachados, armados de visión
Os branquê podem vir te pegarLos Branquê pueden venir a atraparte
Mas cê foge comigo lá pro marPero tú huyes conmigo hacia el mar
Vou nadar sem passar GibraltarVoy a nadar sin pasar por Gibraltar
Sem passagem, preparo pra emoçãoSin boleto, preparado para la emoción
Tampa os zóio antes de enxergarCierra los ojos antes de ver
Como sempre cê fez Seu BranquêComo siempre lo hiciste, Señor Branquê
'Uma hora e meia de ficar, o branquê não aguenta de ver'Una hora y media de estar, el Branquê no aguanta al ver
Tanto homem, zumbido no olhar, sobrevoa carcaça, branquê'Tantos hombres, zumbido en la mirada, sobrevuela la carroña, Branquê'
É só osso cachorro, ele não tem cabeloEs solo hueso perro, no tiene cabello
Nem tem pão pra beber, nem tem chão pra comerNi tiene pan para beber, ni tiene suelo para comer
Nagô me deixa voltar que aqui não consigo ficar.Nagô déjame regresar que aquí no puedo quedarme.