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Uma e quarenta e trêsUna cuarenta y tres
E eu pensando na vezY yo pensando en la vez
Que acreditei no amorQue creí en el amor
Que que podia voltar atrásQue podía volver atrás
Duas e quarenta e cincoDos cuarenta y cinco
Sem entender o que sintoSin entender lo que siento
E porque ainda mintoY por qué aún miento
Escondendo o que não se deve esconder (de ninguém)Escondiendo lo que no se debe esconder (de nadie)
RefrãoCoro
Mas algo em mim não me deixa mentirPero algo en mí no me deja mentir
E minhas pernas não me deixam fugirY mis piernas no me dejan huir
Dessa realidade fria e conflitanteDe esta realidad fría y conflictiva
Resumida a um passado distante de mim...Resumida a un pasado lejano de mí...
Três e vinte e umTres veintiuno
E ainda não enxergoY aún no veo claro
Me faço de sonso, não negoMe hago el tonto, no lo niego
E insisto que não cheguei a lugar algumE insisto en que no he llegado a ningún lado
Quatro e trinta e quatroCuatro treinta y cuatro
O telefone não vai tocarEl teléfono no va a sonar
E logo terei que acordarY pronto tendré que despertar
Mesmo sabendo que não despertarei de fato (de fato)Aunque sé que no despertaré de verdad (de verdad)
RefrãoCoro
Talvez, como o sol que insiste em renascerTal vez, como el sol que insiste en renacer
Você resolva aparecer e diga que resolveuTú decidas aparecer y digas que resolviste
Talvez, como o sol que insiste em renascerTal vez, como el sol que insiste en renacer
Você resolva aparecer e diga que resolveu esquecer...Tú decidas aparecer y digas que decidiste olvidar...