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Pelos campos em fora, pelos combros,Por los campos afuera, por los escombros,
Pelos montes que embalam a manhã,Por las montañas que acunan la mañana,
Largo os meus rubros sonhos de pagã,Dejo mis rojos sueños paganos,
Enquanto as aves poisam nos meus ombros...Mientras las aves se posan en mis hombros...
Em vão me sepultaram entre escombrosEn vano me sepultaron entre escombros
De catedrais de uma escultura vã!De catedrales de una escultura vana,
Olha-me o loiro sol tonto de assombros,¡Mírame el rubio sol aturdido de asombros,
E as nuvens, a chorar, chamam-me irmã!Y las nubes, llorando, me llaman hermana!
Ecos longínquos de ondas... de universos...Ecos lejanos de olas... de universos...
Ecos de um mundo... de um distante Além,Ecos de un mundo... de un distante Más Allá,
De onde eu trouxe a magia dos meus versos!¡De donde traje la magia de mis versos!
Sou eu! Sou eu! A que nas mãos ansiosas¡Soy yo! ¡Soy yo! Aquella que en las manos ansiosas
Prendeu da vida, assim como ninguém,Sujetó de la vida, así como nadie,
Os maus espinhos sem tocar nas rosas!Las malas espinas sin tocar las rosas!